sexta-feira, 30 de abril de 2010

Resenha

Crônica da Inocência o espectador deve estar preparado para uma desconcertante experiência cinematográfica. O cinema tardio de Raoul Ruiz – diretor com mais de 100 trabalhos para cinema e televisão – faz do rigor e da precisão expressiva instrumentos narrativos privilegiados. Por trajetos aparentemente “clássicos”, se ocupa de fabricar complexas histórias que desafiam lógicas e normalidades. Disso resulta um cinema de “sabor” raro.

Crônica da Inocência tem muitos níveis narrativos e se presta a variadas experiências de espectatorialidade. Parece não trabalhar com a possibilidade da indiferença. Desafia de modo ambíguo, e até exasperante, convenções e expectativas. É cinema em pleno domínio de seus poderes, e ciente minucioso disso.

A história poderia ter uma resenha banal. Camille, ao fazer 9 anos, começa a ter comportamento estranho. Passa a tratar a mãe, Ariane, como estranha e demonstra pertencer a outra realidade, outra família. É o início de um suspense onde não havia indícios, de reviravoltas que percebem claramente o momento de acomodação dos espectadores. Um filme que combate expectativas.

Raoul Ruiz usa diversos recursos da tradição cinematográfica para exibir os delírios de Camille. Porém os carrega de ambiguidade. Então, de repente, eles deixam de ser simplesmente fantasias e ganham concretude. Mesmo assim, distintas do que aparentam ser.

Na mesma sintonia, a representação “realista”, “clássica”, da história passa por uma revisão que a subverte, mantendo seus próprios e tradicionais parâmetros. Ao trabalhar assim, Raoul Ruiz parece buscar uma síntese que é o sonho de boa parte dos artistas mais instigantes: estabelecer diálogo tanto com o espectador, quanto com o cinema – “intertextualmente” -, sem perder o rigor, o compromisso com a produção de uma provocação difícil de esquecer e de absorver. Pura potência.

Crônica da Inocência não é um filme óbvio. Baseado em obra literária, mais parece uma retomada do projeto surrealista – um Buñuel no suspense -, mas sem repeti-lo, ou a ele se render oportunisticamente. E ainda por cima “o trai”, num desfecho ordinário em sua genialidade. Humano, demasiado humano. Um marco.

Feitor por: Jonathas Marques
Aluno da turma 1001
Walter Orlandini

Resenha

Obra : O Melhor das Comédias da Vida Privada, da coleção Ver!ssimo de Luiz Fernando Verissimo

Dezesseis chopes

A crônica conta como são as conversas que normalmente se passa em um bar. A crônica e contada por etapas que vão almentando de acordo com o numero de chope, e o que eles falam durante cada uma delas.

Em cada parágrafo da crônica e contada uma etapa da conversa, e a etapa vai evoluindo pelo numero de chopes que o grupo toma.

A crônica conta como são as conversas de amigos que vão beber chope num bar, a conversa começa chocha mas quanto mais chopes eles bebem, mais engraçada e interessante a crônica fica. Em muitas partes essas etapas são escritas com 2 tipos de pessoas (Ele começa falando na 3° pessoa e depois começa a falar na 1° pessoa do singular).
A crônica quase não tem diálogos, e quando tem são todo muito bem humorados. Em partes, ele faz drama por coisas fúteis, e essa e uma das coisas que trás mais graças a está crônica.
O nome desta crônica, foi dado, por que quando se chega ao décimo sexto chope a conversa chega a sua ultima etapa (segundo o autor). Quando a crônica chega no décimo sexto chope os homens já estão no seu auge.

É uma crônica muito bem humorada, trata de coisas do cotidiano de forma sátira e sutil. Trata de assuntos variados dentro das conversas que os homens tem em cada uma das etapas. A crônica foi muito bem escrita, em partes, você ate se sente dentro dela.

Esta é uma crônica pra quem gosta de beber um chope com os amigos depois de um longo dia de trabalho ou pra quem, como eu, gosto de ler uma boa crônica engraçada.

Luis Fernando Verissimo, escreve em colunas publicadas nos maiores jornais do país. Eleito intelectual do ano (Prêmio Juca Pato da UBE/97) e Homem das Idéias (Jornal do Brasil/95) tem obras traduzidas em 13 paises. Todas as suas obras foram relançadas pela Objetiva. Outras obras que fazem parte da coleção Ver!ssimo : As Mentiras que os Homens Contam, A Mesa Voadora, Comedias para se ler na Escola, Sexo Na Cabeça. Todas as historias do analista de Bagé e Banquete com os Deuses.

Escrita Por : Rafael Moura Ferreira Guimaraes
Aluno do Colégio Estadual Walter Orlandini
Turma 1001

Resenha

Resenha
crônica cisne de feltro

A CRÔNICA TREN DE FERRO E UM FATO BASEADO EM SONHOS QUE SÃO QUASE IMPOSÍVEIS MAS QUE COM LUTA E FORÇA DE VONTADE PODE-SE CONSEGUE ALCANÇAR SONHOS
NESSA CRÔNICA PASSAM PERSSONAGEN AINDA CRIANÇAS QUE VÊM AQUELES TRENS ENORMES E FICAM INSASSIAVEIS PARA QUE UM DIA POSSAM ESTA ALI CONTROLANDO AQUELE TREM.
MAS SO UM DAQUELES MENINOS PODE CONTROLA AQUELE TREM,POR FORÇA DE VONTADE E COM MUITA CORAGEN ENFRENTOU TUDO E A TODOS PARA REALIZAR UM SONHO QUE ERA DE MENINO.
MAS ESSA CONQUISTA NÃO FOI FÁCIL POR QUE TEVE QUE ABRIR MÃO DE FICAR AO LADO DE SEUS AMIGOS E DA SUA FAMILIA PARA SIGUIR UM SONHO UM SONHO QUE POUCOS TEM A CORAGN DE ENCARAR E DE SER FELIZ POR AQUILO QUE E E DO QUE CONQUISTO.
MUITOS DOS SEUS AMIGOS QUE TAMBÉM TINHAM ESSE SONHO DE CONTROLAR UM MARAVILHOSO TREM DISISTIRAM POR QUE NÃO TIVERAM FORÇA DE VONTADE E NÃO CORRERAM ATRÁS DAQUILO QUE QUERIAM.
ISSO MOSTRO QUE ELE CORREU ATRÁS PARA OQUE SONHOU

Feito por: Lucas Guerra
Aluno da turma 1001
Walter Orlandini

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Editorial

Esse blog foi criado com o intuito de postagens de trabalhos língua portuguesa.
Nos somos do 1° Ano do segundo grau e estudamos no Colegio Estadual Walter Orlandini no turno da manhã. Minha turma é a 1001 situada no 1º andar
E nesse espaço estaremos postando os nossos trabalhos durante o ano, esperamos que vocês gostem.
Aluno: Rômulo Matheus

quinta-feira, 15 de abril de 2010

As Mentiras que os Homens Contam

Luis Fernando Veríssimo

Editora: Objetiva


Falcão


A crônica fala sobre um homem O Antônio, que vive reclamando da vida tem um emprego mal remunerado cheios de contas a pagar

A crônica está dividida em duas partes:

1ª: Apresenta o Antônio
2º: O sequestro dele

Antônio voltando de seu trabalho triste pois, não conseguiu atingir a sua cota de vendas. Cheio de contas a pagar pensando na mulher, até que chega um homem e o manda entrar no carro, seqüestro. Antônio foi confundido com um homem rico, chamado Falcão, no qual os seqüestradores tinham ordem para matá-lo.No final Antônio (Falcão) ficou feliz, com uma paz de espírito que nunca teve...

Faltou um pouco de humor, que há sempre em suas crônicas, mas o texto em si é super interessante, pois nos ensina a aproveitar cada minuto da vida por que qual quer um pode ser confundido com um ricasso.

Essa obra de Luis Fernando é recomendada principalmente para os homens. Eu recomendo essa obra muito boa dele.

Autor da crônica: Luis Fernando Verissimo

Feito por: Rômulo Matheus
Nº: 45
Turma: 1001
C.E.W.O.
As Mentiras que os Homens Contam

Luis Fernando Veríssimo

Editora: Objetiva


Brincadeira


A crônica fala sobre uma brincadeira que uma pessoa fazia com seus amigos. Subiu na vida ganhou reputação, até que...


Tudo começou como uma brincadeira, aos poucos começou a ser respeitado por todos, ganhou reputação, um emprego com um salário enorme, tudo por causa de um trote que fazia para os amigos, dizendo que sabia de tudo e que iria contar para todos. Até que um dia fizeram o mesmo com ele, o homem saiu da cidade fugiu, mas começaram a investigar e o acharam. Uma noite invadiram a sua casa, e os vizinho só escutaram os gritos de que era brincadeira. Na manhã seguinte encontraram-no morto, o motivo sabia demais.


A crônica nos traz uma mensagem: Nunca faça isso com seus amigos pois, você pode aparecer morto em sua casa. Um dia você todos em suas mãos mas em outro você está debaixo da terra, por um motivo banal...

Autor: Luis Fernando Veríssimo



Feito por: Rômulo Matheus
Turma: 1001
Nº: 45
C.E.W.O.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

DAR NÃO É FAZER AMOR




A crônica fala sobre amor, sexo. A diferença de um sexo feito com amor e um sexo feito por fazer

A crônica está constituída em duas partes:

1º parágrafo: No primeiro parágrafo ele fala sobre o sexo.
2º parágrafo: No segundo parágrafo ele fala sobre o amor.


Luis toca em assuntos íntimos, como o sexo e o amor. Ele toca em assuntos como, fazer o sexo por fazer, os prazeres os orgasmos que você sente.
Mas também fala sobre a importância do amor em nossas vidas o que ele faz você sentir, a força de um EU TE AMO, ter a companhia daquela pessoa que você ama, de ter uma pessoa para te apoiar, viajar...



A crônica é super interessante por tocar em assuntos sexuais , nas vantagens e nas desvantagens de fazer um sexo por fazer, de como sua vida muda. Em relação ao amor ele explica basicamente tudo o que nós sentimos o que nós esperamos quando estamos amando. A única coisa errada é que ele incentiva a prática do sexo sem amor de fazer sexo por fazer.


È recomendada para pessoas jovens que estão no começo, ou pensam em começar a entrar na vida sexual.


Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Verissimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto. Já foi publicitário e copy desk de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Érico Veríssimo.



Feito por: Diogo Torres Fialho
Aluno do: C.E.W.O.
Turma: 1001